Scavations :: Shin Megami Tensei II (SNES)

Reações: 


Invocadores de Dêmonios II - O pokémon que você não pegou está aqui!

Bem, Shin Megami Tensei pode se considerar o braço principal da Saga, mas pera, braço principal ? Sim, SMT têm várias sub-séries, e com universos diferentes, mas sempre retratando coisas adultas, e que envolvem religião, creio que por conta disso, nós nos limitamos á apenas conhecer o game quando a difusão do uso de ROMs para emulação se tornou algo comum entre jovens jogadores. O primeiro SMT tinha um desenrolar complexo, que contia até 3 finais diferentes, e esse enrendo envolvia mitologias e religiões, coisa que puritanistas adoram ver, para assim criar processos e mais processos (Coisa que eu, sinceramente, acho muita estupidez, e demostra um claro senso de preguiça, resumindo: Dinheiro Fácil!) por sorte, a série chegou mais amena para nós, não resultando danos á ATLUS, e hoje nós temos o épico Persona, lançado para as plataformas Playstation, bem, em SMT, você escolheria um lado para se lutar, o que já mostrava o desenvolvimento de seu final, Os Mesianicos (A Lei) Os Gaianicos (O Chaos), e o lado neutro, onde os outros dois eram plenos inimigos em campo, Os Neutros.Os monstros do game, porém, pertence á uma única filiação, nesse caso, caso deseje ter aquele Jack Frost no lado da Lei, será necessário pegar sua máquininha especial, traduzir a linguagem dele, e tentar uns paranauê com ele, dependendo da suas escolhas, ele aceita na boa...ja em outras ocasiões, uma porrada é iniciada, e aí meu jovem, é contigo...a continuação do primeiro, se funde á do segundo de forma até rápida, dando a oportunidade de até mesmo, ficar sabendo o que houve, e esse lance de afiliações em campo de guerra, deixa tudo mais Digimon, menos Pokémon, misturado com alguma série japonesa meio, ah, religiosa (Como Inuyasha, e seus Demônios, ou Death Note, e seus Shinigamis). Em fim, o game prende sua atenção de forma divertida, mas dependendo do seu estilo, pode se tornar algo repetitivo, e também monótono, onde a única graça, será ver as cutscenes e outras coisas legais. 
Graficamente falando, Shin é bem revolucionário pra sua época.O game rolava em primeira pessoal, com um pequeno e leve toque 3D, bônus do modernoso Mode 7, uma das principais caracteristícas do SNES, um pequeno Chip que aplicava efeitos 3D, mesmo que leves. Nisso, o jogador se movimenta usando os direcionais, e conversa usando um botão de ação, para iniciar uma conversa, basta ficar de frente á um NPC, e efetuar a ação de conversa, simples não ? Sonoramente falando, Shin têm até algumas músicas épicas, sim, não são boas, mas épicas, pois mereciam um arranjo em disco exclusivo na sua estante velha e manchada, creio que a Atlus tenha se emprenhado de mais, se tratando de sons, pois são diversos efeitos, muito bem manjados pra época, não deixando á desejar, a quantidade de monstros á ser conquistada era grande também pra uma série estreante, e eram bem variados, e medonhos, e bem desenhados, Lucífer e outras divindades conhecidinhas davam as caras (aposto que agora você entendeu o grau religioso que o game trazia...) para uma possível conquista mundial, e claro, algumas Side-Quests ali, outras acolá, rendiam a posse desses seres mistícos e poderosos, de mais não ? Bem, em resumo: Shin Megami Tensei II é um Game extenso de RPG, com doses orgasmicas de refêrencias, e misterios, com uma história madura e complexa, se for jogar, saiba que o gameplay de 30 horas, será recompensado em sua continuação direta com mais alguns números, deixando ao todo 120 horas de exploração e conquistas em suas mãos, procure uma ROM traduzida, pois o Virtual Console do Wii não deve receber esse tão cedo assim, pelo menos no Ocidente...e divirta-se com os monstros váriados, que sinceramente, me assustam muito! Boa sorte, e tente não madrugar...










Nenhum comentário:

Postar um comentário

Não poste comentários com palavreado Chulo que contenham
Palavrões que possam ofender uma ou mais pessoas, palavras de conteúdo chulo que apenas demostram gírias serão moderadas, Exemplo: F*da.
Se for reclamar, reclame com educação pelo menos, sintam-se livres para falar e discutir sobre o que desejar